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Ophiophagus hannah – o veneno letal da cobra-rei

   Cobra-rei. Ou na língua latina, Ophiophagus hannah. O nome é o termo mais simples para designar a rainha (ou rei) de todas as cobras e serpentes. Venenosa? Muito mais que isso. Não é à toa que lhe foi concedida a regência das serpentes. Como uma simples gota do seu veneno pode ser fatal para um ser qualquer? Pelo simples fato dela produzir neurotoxina, que afeta diretamente o sistema nervoso.

   Sim, a cobra rei é maioral, quieta e tímida, claro, com suas excessões. A espécie, além de perigosa, corre o risco de extinção.
A cobra-rei está associada juntamente com culturas locais anexadas ao seu habitat. Em alguns lugares elas são até espetáculos para suprir subsistência e aumentar renda. Nos locais onde a serpente é mais conhecida, as cenas são mais fortes, como, a serpente em meio de crianças, contornada nos pescoços de cidadãos e até cenas com pessoas com a cabeça da cobra na boca, no bom sentido!

 OS ATAQUES
   E, como falei, as cobras-rei são tímidas e suas excessões são óbvias. Seus ataques são raros, mas, problemáticos. Assim como todas cobras venenosas, a cobra-rei também têm seu soro antiofídico para emergências posteriores. Em Ban Khok Sa-nga, Tailândia, são usadas algumas ervas poderosas que a cultura local torna-a mais necessária  que o antiofídico.

COBRA VS. COBRA
   Uma marca conhecida da cobra-rei é sua alimentação: cobra! Sim, ela se alimenta de outras serpentes, e isso não é estreia na espécie dos réptils.
   Como em alguns casos, algumas cobras que tentam engolar uma espécie similar são mortas asfixiadas, diferentemente da cobra-rei, que possui  uma espécie de traqueia que possibilita sua respiração caso houver uma interrupção de respiração na alimentação.

FULMINAÇÃO
   Os estudos constatados da soberana cobra-rei revelam que a serpente tem em média trinta filhotes por gestação, onde já saem do ovo com doses surpreendentes de neurotoxina. A medida máxima da cobra-rei foi divulgada de até 6 metros. Suas presas são literalmente pequenas, pois medem cerca de um centímetro.
   Nos locais onde a cobra-rei tem domínio, os institutos de medicina já produzem o soro antiofídico originado de anticorpos da junção do seu veneno com elementos plasmáticos equinos.

CONCLUSÃO
   Não há indícios dessa espécie aqui no Brasil, mas nada gera um impossível. As cobras-rei gostam de uma vegetação rasteira e literalmente úmidas. Só há sua confirmação no sudeste da Ásia.
   A envoltura que relata a O. hannah, ainda dá a ela uma incrível ética que a torna um réptil famoso pelas culturas onde ela vive, e para completar sua regência, só falta a coroa!

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